Amor Filmes

janeiro 20, 2012

3 botões

janeiro 5, 2012

Três

Três vidas

Três botões.

agosto 18, 2011

“Pensamos demasiadamente
Sentimos muito pouco
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá.”

Charles Chaplin

PILÃO ARCADO

agosto 9, 2011

Sertão

Velho Chico

Pilão Velho

História

Poesia

Cinema

julho 28, 2011

O Homem Integral

julho 28, 2011

“O homem possui admiráveis recursos interiores não ex­plorados, que lhe dormem em potencial, aguardando o de­senvolvimento.

A sua conquista faculta-lhe o autodescobri­mento, o encontro com a sua realidade legítima e, por efeito, com as suas aspirações reais, aquelas que se convertem em suporte de resistência para a vida, equipando-o com os bens inesgotáveis do espírito.

Necessário recorrer a alguns valores éticos morais, a co­ragem para decifrar-se, a confiança no êxito, o amor como manifestação elevada, a verdade que está acima dos capri­chos seitistas e grupais, que o pode acalmar sem o acomodar, tranqüilizá-lo sem o desmotivar para a continuação das bus­cas.

Conseguida a primeira meta, uma nova se lhe apresenta, e continuamente, por considerar-se o infinito da sabedoria e da Vida.”

Trecho de “O homem Integral” de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo P. Franco.

PILÃO ARCADO

julho 26, 2011

Vivian Maier

julho 22, 2011

“Quando o acervo de uma babá de Chicago que fotografava cenas de rua nos anos 50 foi encontrado por acaso num leilão e comprado por 400 dólares, ninguém poderia imaginar que a história, que parece mais um roteiro de filme de aventura, seria a revelação de uma fotógrafa que merece todo o reconhecimento depois de anos de obscuridade.

Contudo, apesar de todos os anos que passou tirando fotos, ninguém conhecia o seu trabalho, nem mesmo as pessoas para quem ela trabalhou. Isso porque Maier era extremamente reservada em sua vida pessoal. Nunca mostrou sequer uma fotografia para alguém e centenas de rolos de filmes continuaram sem ser revelados, ou seja, nem ela mesma viu como as imagens ficaram. Isso só mudou quando, em 2007, seus pertences foram leiloados, por não ter quitado algumas dívidas.

Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2011/07/vivian_maier_-_a_fotografa_dos_filmes_nao_revelados.html#ixzz1SqU5lKYx

VIVÊNCIAS MEDIÚNICAS

julho 21, 2011

Texto extraído do site da Cacef. Casa que me ajudou bastante, onde iniciei meus estudos na espiritualidade. Achei muito interessante e resolvi publicá-lo aqui no blog.

Eles contam a história de uma mulher que estava encastelada e o quanto ela pode nos ensinar na compreensão da construção dos nossos castelos.  Sendo válidas algumas perguntas: Quais as razões para a sua construção? Se eles nos permitem liberdade ou nos aprisionam? Se eles ainda se justificam.

Relatamos hoje a história de uma jovem senhora colhida no trabalho mediúnico semanal.

No início, a médium teve alguma dificuldade em manter uma conexão estável com este espírito, e descrevia apenas as sensações captadas: desconforto, fastio, insatisfação e indignação.

A prece, melhor ferramenta, nos auxiliou a manter um diálogo, que começou com a seguinte frase:

- Que espécie de lugar é este? Não é digno de pessoas da minha estirpe!

Percebi que queria sair de onde estava e voltar para o local onde sentia-se segura, e feito isto, nos encontramos numa espécie de torre de pedras de um antigo castelo.

Era um local alto, empoeirado, frio e escurecido, com pequenas frestas-janelas. Ela andava de um lado para outro tentando observar a paisagem sem conseguir, pois haviam muitas nuvens acinzentadas.

Perguntou-me como cheguei até sua torre, e sem esperar a resposta disse:

- “Não importa agora, quero lhe mostrar como fui poderosa, aliás, ainda sou. Lá embaixo há um vale e todas essas terras são minhas por direito, são verdes e férteis”.

E, apontando para outro lado, falou, de um modo solene e com a prepotência que ainda lhe restava:

- Aqui está o fosso e o precipício, e a maior abertura está para este lado, mas se eles querem que eu me jogue daqui, não irei lhes dar esse gosto.

Meu vestido está velho e rasgado, e já faz muito tempo que nenhum servo me traz comida (olhava para uma porta de madeira e ferro).

Eles querem me matar de fome, mas eu não vou morrer.

Mas tenho que me pentear e continuar linda, pois quando vierem me tirar daqui devo estar pronta.

Sentada numa velha cadeira, enrolava seus longos cabelos com os dedos, se distanciando ainda mais da realidade, lembrando-se da infância rica de privilégios, brincando num pequeno jardim com os serviçais, nas poucas horas de liberdade que tinha.

Percebí que ficou sonolenta e perguntei-lhe o porquê dessa criação:

- Fui preparada para casar-me com um nobre, e meu pai não teve mais filhos; era sempre vigiada e tinha que fazer várias tarefas, dentre elas, aprender a língua dos antigos para ler os poucos livros e mapas guardados no castelo.

Segue o relato dizendo que, no início, detestava estar ali, na sala dos livros, com o velho instrutor-escriba contratado pelo pai, mas ao longo do tempo desenvolveu a habilidade de desenhar e copiar os antigos manuscritos.

Foi rememorando os desenhos que fazia. Belas flores e arabescos muito elaborados, que enfeitavam as laterais dos pergaminhos.

Daí, ela foi relembrando a mistura de pigmentos que faziam para obter cores, os potes em que armazenavam as tintas, os óleos e a sala com as grandes mesas.

Ao tempo em que falava e retornava mentalmente ao local, mostrava os desenhos com detalhes magníficos e percebi que, novamente, ficou sonolenta.

Estas eram as duas mais fortes e agradáveis lembranças que tinha, e lhe permitiam entrar na fantasia do “tempo passado”, no quando e onde se sentia segura; memórias que foram reforçadas e revividas ao longo de alguns séculos após seu desencarne.

O local, que existiu realmente, passou a existir como criação mental, e essas lembranças eram o seu refúgio para a passagem do tempo e a solidão enclausurada.

Perguntei-lhe porque estava presa na torre, e ela explicou que o pai foi defender mais terras com o pretendente, pois juntos teriam mais territórios, e daí houve guerra e traição.

- Me disseram que eles não voltam mais, mas não acredito. Todos vão sofrer as consequências quando voltarem e me tiraram daqui!

Daí encheu-se de orgulho ao lembrar-se que as pessoas se curvavam diante dela, e, evidenciando mágoa, deseja uma espécie de vingança e reparação contra a suposta injustiça cometida contra ela.

Percebi que estava cansada, contudo bem mais calma, com o ambiente mais claro e de atmosfera menos carregada.

Mostrei numa das pequenas aberturas a entrada de raios de sol e ela ficou contente.

Já estava familiarizada comigo, e aceitou beber de uma pequenina jarra com água que lhe trouxe, disse-lhe que retornaria para vê-la depois do seu descanso, num outro dia e despedi-me.

Nesta hora, observei ao seu lado a presença materna, não sei se desta encarnação, a velar-lhe o sono amorosamente.

Alcançada pela Misericórdia divina, que está em toda a parte, aquela alma solitária e confinada num “castelo” conseguiu uma conexão com o outro.

Segundo contato:

Algumas semanas após nosso primeiro encontro, a irmã “encastelada” retornou. Neste dia, ao iniciar o contato evidenciava muita tristeza, embora mais calma.

- ” Não entendo o que está acontecendo. Sei que não estou na minha torre, mas não posso ficar aqui, tenho medo de sair…. se eles voltarem e não me encontrarem lá vão me perder, e daí como vão poder me localizar ?”

Falei que ela foi localizada por parentes que se preocuparam com ela, e desejavam encontrá-la, por isso foi trazida para a nossa instituição.

- ” Mas, onde estão meu pai e meu noivo? Não posso demorar… “

No diálogo que se seguiu, foi esclarecida que na guerra eles foram feridos e estavam impossibilitados de estar ali naquele momento. Com isto a irmã ficou mais conformada, já querendo ir até onde eles estavam, embora preocupada com sua saída do castelo. Quando isto ocorreu, retornou à pseudo-segurança da torre, e novamente se encontrou no velho e abandonado local.

- “Está diferente agora, tem uma parede toda desabada, porque está tudo em ruínas? E onde está a porta que vivia trancada?”

Continuou fazendo perguntas, curiosa e ao mesmo tempo temerária, algumas delas seguidas, sem que eu tivesse a oportunidade de interrompê-la, pois parecia estar falando consigo mesma, tentando encontrar alguma explicação. Segue falando do seu medo em ser morta por soldados inimigos caso saísse dali, e se eu não a enganava com falsas notícias, pois já que estavam feridos, o pai e o noivo poderiam estar mortos. Preocupada com seu futuro, com o que iria acontecer com ela caso “o destino mudasse os planos”, pois iria ficar sozinha.

Ficou confusa e agitada, melhorando com o passe da assistência espiritual e a prece silenciosa. Sonolenta, disse que queria descansar, depois que queria ficar só e pensar um pouco: “já é muita notícia para um dia” !

Na semana seguinte mantivemos novo contato e a percebi mais forte e disposta. Logo que estabeleceu contato, quis relatar um sonho que teve: ” Imagine só, sonhei que estava na torre e vi uma mulher mais velha, que morreu de fome e frio, abandonada e acabada. Fechei os olhos e depois vi que ficaram só os ossos, era tudo escuro e feio, e tive medo, meu corpo doía, e ela tinha o cabelo quase igual ao meu. Ouvi uns gritos do lado de fora e os vultos diziam que era eu. Eu não quero mais ver isso, e eu não vou ficar assim, não sou eu! Acordei assustada e ainda bem que, depois que eu chorei, dormi novamente e sonhei com minha mãe, acho que era ela, mas não me lembro direito, porque ela morreu quando eu era muito pequena.”

Intuída pelos trabalhadores espirituais, após a escuta do “sonho”, lhe propus sairmos do castelo, com a proteção adequada, para irmos visitar os parentes na Casa de Saúde, local onde estavam sendo tratados.

Embora ainda temerária, aceitou ir descendo bem devagar as escadarias de pedra. Nesse momento percebi que sua transformação estava ocorrendo, pois deixava transparecer que se despedia do local, pegando nas paredes que, embora a aprisionassem, deixavam-na com uma sensação de segurança.

Quando alcançamos o solo, pedi que visualizasse o jardim, se lembrasse de um belo dia, e fomos andando até uma espécie de acampamento, com várias tendas brancas. Uma freira enfermeira nos recebeu, e já acolhida nos despedimos. Sua postura já não era arrogante nem revoltada, estava mais resignada e com lampejos de esperança no olhar.

Encerro essa história que tanto me ensinou, agradecendo à Misericórdia Divina, que a todos alcança, até os que estão encastelados em experiências passadas, aprisionados no tempo e espaço. Almas imaturas presas nas fantasias que confortam, que não conhecem o amor, carentes do Divino em si mesmas.

Segue a música dos Titãs, Os Cegos Do Castelo, cuja letra lembra a situação vivida pela nossa irmã, e por muitos outros que se encontram em momentos de desalento, com uma fé potencial a ser trabalhada.
Composição: Nando Reis

Eu não quero mais mentir
Usar espinhos que só causam dor
Eu não enxergo mais o inferno que me atraiu
Dos cegos do castelo me despeço e vou
A pé até encontrar
Um caminho, o lugar
Pro que eu sou
Eu não quero mais dormir
De olhos abertos me esquenta o sol
Eu não espero que um revólver venha explodir
Na minha testa se anunciou
A pé a fé devagar
Foge o destino do azar
Que restou
E se você puder me olhar
E se você quiser me achar
E se você trouxer o seu lar
Eu vou cuidar, eu cuidarei dele
Eu vou cuidar
Do seu jardim
Eu vou cuidar, eu cuidarei muito bem dele
Eu vou cuidar
Eu cuidarei do seu jantar
Do céu e do mar, e de você e de mim
http://letras.terra.com.br/titas/48990/

MUITA PAZ para todos nós.

Francesca Freitas

19-07-2011

GIRASSOL

julho 20, 2011

Nasce o sol

Gira sol

Aponta ao infinito

Gira sol nascente

Gira sol poente

Girassol primeiro

 

Gira, gira, gira…

 

Girassol trabalho

Girassol presente

Girassol contente

Gira a esperança

A perseverança

Gira solidariedade

 

Gira, gira, gira…

 

Gira com paixão

E também com ternura

Gira o corpo todo

Gira olho

Gira braço

Gira o coração

 

Gira, gira, gira…

 

Girassol sozinho

Gira acompanhado

Girassol que marca

Girando a vida inteira

Girassol lembrança

Girassol saudade.

 

 

Cesar Fernando de Oliveira

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