Agosto 13, 2009

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Canção de ninar

Fevereiro 7, 2009

 noite

 

Oh, quão de mansinho
já escura a noite vem…
Dorme, filhinho.
Estão tão cansadinhos
os olhinhos do meu bem…
Dorme, filhinho.
 
Fora o vento sopra forte,
a chuva está a cair,
mas o meu benzinho
não tem medo, vai dormir;
 
pois em sua caminha
sonha com a mãeziha
e sorri feliz.
 
Vai nanar, naran, naran..
Meu benzinho vai nanar
para descançar,
vai nanar, naran naran..
meu benzinho vai nanar
para descançar
uhuhuh

 

Oh que noite escura,
dormem todos ao redor…
Dorme, filhinho,
pois um santo anjo
vem guardar o meu amor.
Dorme, filhinho.
 
Brilha no infinito
uma estrelinha multicor,
uma brisa leve
traz o cheiro de uma flor,
e o meu benzinho
sonha com o paizinho
e sorri feliz.
 
Vai nanar, naran, naran…
Meu benzinho vai nanar
para descançar…
Vai nanar, naran, naran,
meu benzinho vai nanar
para descançar
uhuhuhuh
 
pom
pompom pompom
pompom pompom
pompom pompom
pompom pompom
pompom pompom
pompom pompom
pompom pompom

Canção que tenho cantado e que meu pai cantava pra mim quando eu era pequeno. 

Paris, Texas

Fevereiro 3, 2009

Definitivamente esse é um dos filmes de minha vida.  Como pude ter esquecido disso…  Talvez porque Asas do Desejo já seja um deles.

Alguma semelhança com o sentimento de Travis seria mera coincidência. Mas existem coincidências?

Depois de Ivens, Pelechian e Tarkovsky. Fellini, Bergman e Truffaut, nova tríade:

Kubrick, Kiarostami e Wenders.

Falando nisso, preciso rever Close-up.

Dezembro 31, 2007

nunca conheci quem tivesse medo de melancia

Domínio público

Dezembro 31, 2007

                                                            

pai peter pan

 Quando o primeiro bebê riu pela primeira vez, o riso se despedaçou em milhares de partes e todas elas se espalharam, foram saltando. E assim nasceram as fadas.” 

Trecho de Peter Pan, de James Matthew Barrie.

Suas obras, em conjunto com as obras de Howard Phillips Lovecraft entrarão em domínio publico no Brasil no ano de 2008.

Intolerância

Dezembro 31, 2007

   

 intolerancia

 

depois de um

tanto

tentando entender o

porque

surge o

tempo e

diz assim 

 

pode esperar

mais tanto

que o

porque

vai protelar até

quando

puder aguentar

 … 

Cesar Fernando de Oliveira – 20/12/2007

Olhar

Setembro 6, 2007

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         Nicole Kidman em Kubrick’s Eyes Wide Shut

Diários

Setembro 6, 2007

Depois da primeira experiência com “O Jardineiro Fiel”, Fernando Meirelles experimenta mais uma vez dividir um pouco dos bastidores da nova produção com os futuros espectadores. Ele filma agora “Blindness”, baseado no livro “Ensaio sobre a cegueira” de José Saramago.

Ainda não entendo como ele tem tempo pra escrever durante as filmagens, mas uma coisa é certa, é uma maneira interessante de divulgar o filme. Aí vai o link:

Diário de “Blindness”

Pra quem não acompanhou o processo com O Jardineiro fiel, aqui vai o link:

Diário de “O Jardineiro Fiel”

Alma nostálgica

Agosto 29, 2007

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vezes

por

segundo

de

uma

alma nostálgica

Acabo de dirigir meu primeiro filme de ficção , um curta metragem, onde pude trabalhar com todos os departamentos que um filme tradicional de longa metragem se utiliza, desde as discussões à respeito do orçamento e preparação de elenco até a pós produção e mixagem de som.

Começo a entender melhor quando em livros de entrevistas com diretores de cinema sempre havia uma frase onde explicitavam que uma das coisas essenciais em qualquer obra cinematográfica era não deixar que as circunstancias da produção desvirtuassem os conceitos artísticos e estéticos que o diretor havia proposto no início. Essa necessidade de manter “as rédeas” conceituais durante a produção se transforma numa batalha do diretor, e acaba gerando um outro “filme”, como foi demonstrado em A Noite Americana de Truffaut ou Carmen de Godard.

São muitos fatores que podem desvirtuar uma obra ou tranformá-la em algo melhor, desde a falta de recursos financeiros(cinema ainda é uma arte muito dispendiosa), até desentendimentos entre a equipe. Quanto aos recursos, às vezes a falta deste resulta em obras maravilhosas em termos de criatividade, fazendo com que o mínimo se transforme em mais, como exemplo recente temos o filme Carreiras, de Domingos Oliveira, onde a necessidade em filmar extrapola qualquer problema financeiro, dando origem a um filme com vigor estético e qualidade dramática. “Baixo orçamento e alto astral”, como o próprio afirma nos créditos. O oposto também acontece, como o que decorreu em Missão Impossível 3, de J.J. Abrams, onde contavam com cifras que extrapolam oito zeros, resultando num filme frouxo e insípido.

Pessoas, seres de diferentes criações, filosofias, que se reúnem para realizar algo único, sendo que apenas um deles irá reponder depois pelo filme, o diretor. Cada momento dessa luta do diretor em fazer aquele filme que tinha imaginado desde o início, junto com os momentos da produção em viabilizar essa proposta, se transformam em “planos” de um outro filme. Todos esses “planos” somados se transformam em “seqüências”, algumas tensas, outras tristes, outras alegres… Quando unidas resultam num “filme memória” de todo o processo, e que só será lembrado por quem participou da produção.

É desse “outro filme”, construído a partir dos momentos da produção que o filme refletirá. O que resulta impresso na película depois de todo o período da produção é a soma do que o diretor imaginou desde o início(na melhor das hipóteses) com o “filme” que está fixado na memória da equipe. Sendo que enquanto o primeiro é o “corpo”, o segundo, é a “alma” da obra.

A saudade desse outro “filme” é uma das coisas que nos impulsiona a filmar novamente.

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Convido a todos para o lançamento de “10 centavos”, curta metragem dirigido por mim, com roteiro de Reinofy Duarte e produção da Santo Forte Imagem & Conteúdo.

O lançamento será no dia 24 de julho (terça-feira) , às 20 horas, no Multiplex Iguatemi Salvador. A entrada é franca.

O projeto foi vencedor do Prêmio Braskem Cultura e Arte – 2006.

Mais informações: http://10centavos.multiply.com

Trailer: http://br.youtube.com/watch?v=Ur4eli25h0Y

Conto com a presença de todos.